Festival de Vozes Cívicas engaja comunidade de Namacurra

No dia 21 de Agosto de 2024, em Namacurra, decorreu o “Festival de Vozes Cívicas” organizado pela Fundação MASC, com a necessidade de promover a modernização dos espaços cívicos e o envolvimento activo da sociedade civil na tomada de decisões em Namacurra, utilizando rádios comunitárias e artes performativas como teatro, dança e música para fomentar a participação dos cidadãos e fortalecer o engajamento cívico. O evento reuniu mais de 500 participantes, incluindo comunidades locais, líderes e representantes de diversos sectores.

O festival foi dividido em duas partes: um diálogo com artistas locais, que discutiram o papel da arte e das rádios comunitárias na promoção da participação democrática, e uma série de apresentações culturais.

A segunda parte do evento foi marcada por um vibrante festival ao ar livre, onde o público pôde desfrutar de apresentações de teatro, poesia, dança e música, com artistas locais trazendo ao palco temas de relevância social. A música, o teatro e a poesia não só entretiveram, mas também promoveram a reflexão e o diálogo sobre os direitos cívicos e a importância do envolvimento activo nas decisões comunitárias.

O evento também contou com serviços oferecidos por diferentes sectores, reforçando a colaboração entre governo, sociedade civil e cidadãos na construção de uma sociedade mais engajada.

Notícias relacionadas

Podcast e vídeos do Workshop sobre Prevenção ao Extremismo Violento, já disponíveis

Primeiro podcast produzido no âmbito do workshop sobre Prevenção do Extremismo Violento (PVE), realizado nos dias 21 e 22 de Novembro de 2025, na cidade de Maputo. A iniciativa enquadra-se nos projectos de prevenção do extremismo violento implementados no Norte de Moçambique, promovidos pelo Governo de Moçambique, através da Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte (ADIN), com financiamento do Global Community Engagement and Resilience Fund (GCERF). A implementação dos projectos está a cargo das organizações Associação Action Aid Moçambique, Fundação Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (Fundação MASC) e Associação de Apoio e Assistência Jurídica às Comunidades (AAAJC), que beneficiam de fundos destinados a acções de reforço das capacidades da sociedade civil e da resiliência comunitária, no período 2024–2026. Assista aos vídeos-resumo: Vídeo 1: https://www.youtube.com/watch?v=-aeaqa0P6iE Vídeo 2: https://www.youtube.com/watch?v=gcy8NhFloI4

Leia mais

BOAS FESTAS! Encerramos para férias colectivas – 22/12/2025 à 04/01/2026

A Fundação MASC agradece o apoio e a colaboração ao longo do ano de 2025, em prol da boa governação e do desenvolvimento socioeconómico de Moçambique. Juntos acreditamos num futuro construído com confiança, parceria e compromisso colectivo por uma sociedade mais justa, inclusiva e próspera. Renovamos os votos de colaboração para o próximo ano, dando continuidade à nossa missão comum. Encerramos para férias colectivas de 22 de Dezembro de 2025 a 04 de Janeiro de 2026. Boas Festas e um Próspero Ano Novo. Fundação MASC Nós acreditamos. E você?

Leia mais

UE reforça diálogo político em Moçambique com apoio técnico da Fundação MASC e IMD

A União Europeia (UE) reforçou o seu envolvimento no processo político moçambicano ao confirmar, em Junho de 2025, que a Fundação Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (Fundação MASC) e o Instituto para Democracia Multipartidária (IMD) irão prestar assistência técnica ao Diálogo Nacional Inclusivo. O anúncio foi feito em Maputo, num encontro que reuniu a Comissão Técnica (COTE) do Diálogo Nacional Inclusivo, parceiros internacionais e organizações da sociedade civil. A medida insere-se no esforço da paz e reconciliação após a crise pós-eleitoral de 2024.O Presidente Daniel Chapo lançou oficialmente o processo no dia 10 de Setembro, no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano (CICJC). Na ocasião, evidenciou o papel da UE e sublinhou que o diálogo deve assegurar espaço para “todas as vozes, do Rovuma ao Maputo e na diáspora”. O embaixador da UE, Antonino Maggiore, classificou a iniciativa como “uma oportunidade única” e alertou que “todos seremos responsáveis pelos resultados deste Diálogo Nacional Inclusivo, cada qual no seu papel e no seu lugar”.Conforme estabelecido pela Lei n.º 1/2025, de 11 de Abril, cabe à COTE coordenar todo o processo, sistematizar os contributos recolhidos no país e na diáspora e transformá-los em propostas a avaliar no âmbito de possíveis reformas constitucionais e de governação. O Diálogo Nacional Inclusivo decorrerá ao longo de dois anos, organizado em seis etapas que vão das audiências públicas até à submissão final das propostas legislativas à Assembleia da República. Estas fases – que incluem recolha de opiniões, análise técnica, debate público, construção de consensos, validação política e apresentação das propostas, foram definidas na metodologia apresentada pela COTE aqui.

Leia mais